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Dr. Pedro Cartapatti em ambiente cirúrgico

Dr. Pedro Cartapatti — Médico Cirurgião do
Aparelho Digestivo em São José do Rio Preto

Especialista em tratamentos minimamente invasivos com cirurgia robótica e videolaparoscópica

Especialista em Cirurgia Robótica

Atuação em cirurgias oncológicas através de tecnologia robótica e videolaparoscópica

Conheça mais sobre o
Dr. Pedro Cartapatti

Tenho formação em São Paulo pela Santa Casa/SP e EPM-Unifesp, duas grandes escolas. Sou especialista na realização de cirurgias complexas do aparelho digestivo, tais como: colorretal, fígado, pâncreas e vias biliares.

Atuo também na área da cirurgia geral, pedras na vesícula e hérnias de parede abdominal, e principalmente, no tratamento de pacientes oncológicos. Hoje, realizo várias destas cirurgias complexas por vídeo e robótica.

Tenho dedicado meus esforços para utilizar a tecnologia para o bem-estar dos meus pacientes, pois ela nos permite cirurgias cada vez mais precisas e menos invasivas, o que diminui o risco e desconforto do paciente que passa pela operação.

Atuação

Melhores Tecnologias do Mundo

Cirurgia Robótica e Laparoscópica

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Blog — Conteúdo do Especialista

Informações educativas sobre os procedimentos minimamente invasivos que realizo. Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.

Cirurgia de Hérnia Robótica

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A cirurgia de hérnia robótica é uma das aplicações mais consolidadas da plataforma robótica em cirurgia geral. Trata-se de uma técnica minimamente invasiva em que pequenas incisões dão acesso aos braços do robô, controlados pelo cirurgião a partir de um console com visão tridimensional em alta definição. É indicada principalmente para hérnias inguinais (uni ou bilaterais), hérnias incisionais (cicatriz de cirurgia anterior), hérnias umbilicais maiores e hérnias de hiato (relacionadas ao refluxo gastroesofágico).

Quando a abordagem robótica faz diferença

Em hérnias incisionais e ventrais maiores, a robótica permite reconstrução completa da parede abdominal pela técnica TAR (Transversus Abdominis Release) com sutura precisa, fixação adequada da tela e menor agressão muscular do que a via aberta. Em hérnias inguinais bilaterais ou recidivadas, oferece visão ampliada do espaço pré-peritoneal com manuseio fino dos vasos e nervos da região.

Benefícios para o paciente

  • Menor dor pós-operatória em comparação à cirurgia aberta;
  • Cicatrizes pequenas (5 a 12 mm) em vez de uma incisão única extensa;
  • Retorno mais precoce às atividades habituais;
  • Menor índice de infecção de ferida cirúrgica;
  • Fixação da tela com sutura, reduzindo dor crônica relacionada a tackers metálicos.

Recuperação esperada

A maioria dos pacientes recebe alta entre 24 e 48 horas após a cirurgia. O retorno a atividades leves costuma ocorrer entre 7 e 14 dias, e o retorno a esforço físico intenso entre 4 e 6 semanas, sempre conforme orientação individualizada. Esses prazos são gerais — cada caso deve ser avaliado em consulta.


Cirurgia de Pâncreas Robótica

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A cirurgia robótica do pâncreas é uma das aplicações mais avançadas da cirurgia minimamente invasiva oncológica. O pâncreas é um órgão profundo, próximo a grandes vasos (artéria mesentérica superior, veia porta, artéria hepática) e a outros órgãos vitais, o que historicamente exigia grandes incisões. A plataforma robótica, com visão 3D ampliada e instrumental articulado, permite hoje executar com segurança procedimentos complexos como a duodenopancreatectomia (cirurgia de Whipple) e a pancreatectomia distal por via minimamente invasiva.

Indicações principais

  • Adenocarcinoma ductal de pâncreas (cabeça, corpo ou cauda);
  • Tumores neuroendócrinos pancreáticos;
  • Lesões císticas com potencial maligno (IPMN, cistadenomas mucinosos);
  • Tumores periampulares (ampola, duodeno, colédoco distal).

Por que a via robótica

Cirurgias do pâncreas exigem dissecção meticulosa de estruturas vasculares e suturas finas (anastomoses pancreatojejunal, hepatojejunal e gastrojejunal na cirurgia de Whipple). A precisão dos braços robóticos com filtro de tremor e movimento articulado de 7 graus de liberdade favorece a execução dessas etapas delicadas. Estudos mostram menor perda sanguínea, menor tempo de internação e recuperação mais rápida em centros experientes, mantendo segurança oncológica equivalente à cirurgia aberta.

Cuidados pré e pós-operatórios

O preparo envolve avaliação nutricional, controle glicêmico, biópsia/estadiamento por tomografia ou ressonância, e em alguns casos drenagem biliar prévia. O pós-operatório de Whipple geralmente requer 7 a 10 dias de internação. A recuperação completa é gradual e exige acompanhamento multidisciplinar com oncologista, nutricionista e endocrinologista. É um procedimento de alta complexidade que deve ser feito por equipe experiente em cirurgia hepato-bilio-pancreática.


Cirurgia Robótica Colorretal

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A cirurgia robótica colorretal está hoje entre as principais indicações da plataforma robótica no aparelho digestivo, especialmente para tumores de reto e de sigmoide. A pelve é um espaço estreito e profundo, com estruturas neurovasculares delicadas (plexos nervosos pélvicos, ureteres, vasos ilíacos) — exatamente onde a visão tridimensional e o instrumental articulado mais agregam.

Indicações

  • Câncer de reto (alto, médio e baixo);
  • Câncer de cólon (sigmoide, cólon esquerdo, cólon direito);
  • Doença diverticular complicada;
  • Doença inflamatória intestinal selecionada (Crohn, retocolite);
  • Prolapso retal e endometriose intestinal profunda.

Vantagens em câncer de reto

No câncer de reto a técnica TME (Excisão Total do Mesorreto) é o padrão-ouro e exige dissecção precisa em planos avasculares. A robótica facilita essa dissecção pélvica profunda, preservando os nervos responsáveis pela função urinária e sexual e melhorando as chances de cirurgia preservadora de esfíncter (sem necessidade de colostomia definitiva), quando oncologicamente possível.

Resultados oncológicos e funcionais

Estudos comparando cirurgia robótica e laparoscópica em câncer colorretal mostram resultados oncológicos equivalentes (margens, linfonodos ressecados, sobrevida) e ganhos funcionais — menor taxa de conversão para cirurgia aberta, melhor preservação nervosa e recuperação mais rápida do trânsito intestinal. A internação habitual gira entre 3 e 5 dias, e o retorno às atividades entre 2 e 4 semanas.

Estadiamento e tratamento multidisciplinar

Toda cirurgia oncológica colorretal exige estadiamento adequado (colonoscopia com biópsia, ressonância de pelve para reto, tomografia de tórax e abdome, marcadores tumorais) e discussão multidisciplinar com oncologia clínica e radioterapia, principalmente em tumores de reto, onde o tratamento neoadjuvante pode ser indicado antes da cirurgia.

Conteúdo informativo elaborado por Dr. Pedro Cartapatti da Silva, cirurgião do aparelho digestivo. CRM-SP 146419 · RQE 121138. Em conformidade com as resoluções CFM nº 1.974/2011 e 2.336/2023.

O que dizem os pacientes

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Dúvidas dos Pacientes

1.Doutor, quais cirurgias você faz com uso do Robô?

Cirurgias oncológicas do aparelho digestivo em geral: Tumores de Fígado, Pâncreas, Estômago e Cólon Retal.
Cirurgias de Hérnias: Hérnia Incisional, Hérnias Inguinais e Hérnia Hiato (Refluxo).

O emprego da tecnologia robótica permite melhor precisão e segurança nas cirurgias abdominais. Os principais benefícios são: movimentos complexos e precisos pelos braços robóticos, visão privilegiada em 3D e 4k, melhor emprego da energia para controlar sangramentos, uma menor agressão, e consequentemente, uma recuperação mais rápida e retorno precoce às atividades.

Sintomas como perda de peso, fraqueza, anemia crônica, icterícia e alteração do hábito intestinal são sintomas sugestivos e merecem uma investigação. É importante fazer exames periódicos se você tem mais de 50 anos, podendo ter um diagnóstico precoce, permitindo o tratamento cirúrgico curativo.

É uma doença que além de promover dor e limitação das atividades, pode ter complicações graves, como o encarceramento do intestino e a necessidade de uma cirurgia muito maior. Quanto antes operar, menor a hérnia, mais fácil o procedimento, menor agressão e retorno mais precoce. As técnicas minimamente invasivas, em especial a Via Robótica, permitem melhores resultados.

Localização

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